Quem acompanha os meus textos talvez saiba que a minha esposa (a Dona Irene) e eu moramos em Porto Alegre, onde no verão faz tanto calor como no Rio de Janeiro. Particularmente, eu adoro, pois sou daqueles que pensam que quem gosta de frio ou é pinguim ou é picolé. E foi justamente em plena estação de calor que a história que vou lhe contar aconteceu, no famoso bairro Menino Deus, um dos mais tradicionais da capital gaúcha.
A Dona Irene estava acompanhada da minha sogra (Martinha) e de
duas sobrinhas (Jojô e Beckinha), que moram em Brasília. As quatro meninas
haviam acabado de almoçar em um restaurante bem próximo ao nosso apartamento,
quando resolveram dar uma voltinha, apesar dos quase 40 graus. Pra quê?
A Beckinha, que por acaso era a mais alta
da trupe, acabou despencando de seu um metro e setenta ali mesmo na calçada. A
Jojô, estática como um cone, não conseguiu ter qualquer reação. Sobrou para a
Martinha e a minha mulher acudirem a Beckinha, que, desmaiada, parecia ter
perdido toda aquela linda cor de jambo maduro.
E lá estavam as duas heroínas tentando salvar a pobre Beckinha,
adormecida como a mais bela garota do bairro. A situação parecia não ter
qualquer prognóstico favorável, até que, de repente, surgiu uma senhora, que se
agachou e perguntou para a minha mulher:
— Quer que eu faça um reiki?
A Dona Irene, que até então nunca havia ouvido falar nesse tal reiki, balançou a cabeça afirmativamente. A senhora, então, colocou as mãos a poucos centímetros do rosto da Beckinha, que, milagrosamente, abriu os seus grandes olhos castanhos e sorriu. Em seguida, ela se levantou, deu um abraço caloroso na mulher do reiki e voltou quase saltitante para o apartamento da minha amada.
- Nota de esclarecimento: A crônica "Beckinha e o reiki" foi publicada por Notibras no dia 8/10/2024.
- https://www.notibras.com/site/brasiliense-em-poa-vive-milagre-no-menino-deus/
Pra vocês verem o poder das mãos.
ResponderExcluirEra um desmaio rápido, uma ausência, que a Bekinha ia acordar de qualquer maneira.
É desse jeito que as pessoas pegam fama de terem as mãos poderosas.
Kkkkkkkkkkkkkkk
Maria Lúcia, não acredito em nada, não duvido de nada...rs Beijo enorme!!!
ExcluirBeCKinha, desculpem-me.
ResponderExcluirBeckinha...rs Isso mesmo!!! Mas não precisa se desculpar! Você é a minha eterna amiga!!!
ExcluirBoa rs
ResponderExcluirRafael, apesar da Irene morar aqui em Porto Alegre há tão pouco tempo, ela já passou por cada história. Vou publicá-las aos poucos. Valeu por acessar o blog! Abração!!!
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